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Oficinas de meditação na Liberté
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Oficinas de meditação na Liberté

Em poucas palavras

A juíza Aída Lhez coordena oficinas de meditação no Liberté para pessoas privadas de liberdade em Batán, com o objetivo de melhorar seu bem-estar e promover mudanças positivas, e planeja ampliar essas atividades no futuro.

A Iniciativa

A magistrada Aída Lhez, proveniente do departamento judicial de Necochea, coordena oficinas de meditação no espaço Liberté, no Salão "Punto de Paz". Essas oficinas são direcionadas a pessoas privadas de liberdade alojadas na unidade penitenciária 15 de Batán.

Objetivo das Oficinas

O objetivo dessas oficinas é aproximar ferramentas que permitam modificar os procedimentos diante da carga que representa um contexto de confinamento.

Busca-se posicionar as pessoas em um plano de enfrentar a vida pensando não só na modificação e manutenção do presente, mas também pensando no exterior.

Desenvolvimento das Oficinas

A proposta partiu inicialmente nos pavilhões, aproximando essas técnicas para finalmente iniciar a tarefa no Salão "Punto de Paz", que se encontra em território Liberté.

A Juíza Aída Lhez afirmou sentir-se muito à vontade e acompanhada de um ambiente cheio de paz e empatia neste lugar.

Resultados e Futuro

Por enquanto, a juíza a cada duas semanas chega para coordenar essas oficinas, onde se veem os avanços.

As pessoas que inevitavelmente devem atravessar o confinamento podem descansar melhor e mudar certos hábitos que não lhes são favoráveis mediante exercícios que não ultrapassam 30 minutos.

Essas técnicas ajudam a estar melhor consigo mesmo e com o próprio entorno. A juíza mencionou que quer dobrar a aposta e desenvolver mais oficinas no Liberté.

"Essas técnicas ajudam a estar melhor consigo mesmo e com o próprio entorno."— Juíza Aída Lhez

Fonte: Prensa Liberté

Etiquetas: reinserção social direitos humanos cooperativa bem-estar mental meditação bem-estar penitenciário bem-estar liberdade reclusos
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